Nestes sonetos, o poeta se desdobra e percorre vários caminhos, visita antigos sonhos, faz morada nos quatro cantos do mundo — que é tão vasto que vai de antigas terras mitológicas aos perfumados territórios da infância, em companhia de velhos companheiros—, na busca de uma historia antiga que se reconta sempre.
A criação de Florisvaldo Mattos é tão visceral e desmedida, que é curioso ela se acomodar tão naturalmente no espaço contido e na medida exata da concretude do soneto.